Casarão do Valongo vira Museu Pelé
São duas boas notícias em uma: 1) as ruínas do Valongo, de Santos, construções de 1867-1872 que eram dois blocos residenciais neoclássicos e também sediaram a Câmara e a Prefeitura, vão ser restauradas, mantendo as fachadas como no original. Isso vai dar nova vida ao entorno, que conta ainda com estação de trem e santuário históricos; 2) Esses casarões vão abrigar o Museu Pelé, que foi disputado pelos EUA e até pelos Emirados Árabes e pela África, mas acabou ficando onde devia ficar mesmo. Veja aqui as fotos das ruínas e de como deve ser o museu. A novidade foi anunciada oficialmente ontem (28 de maio), mas ainda será feita a captação de recursos para o projeto. Portanto, ainda não há data para abrir o museu.
A cerimônia de ontem –com a presença de Pelé, do governador José Serra e do prefeito da cidade, João Paulo Tavares Papa– foi marcada pela assinatura da escritura de transferência do casarão do governo estadual para a prefeitura santista e pela entrega à cidade da escritura do domínio para catalogação do acervo pessoal de Pelé (que inclui uma réplica da taça Jules Rimet, aquela derretida).
O Museu Pelé deve ser um espaço moderno, amplo e iluminado, onde o público poderá conhecer a trajetória do Rei do Futebol, como informa a assessoria de imprensa da prefeitura de Santos. O museu terá três blocos interligados. No central, com 550m², ficará a entrada e espaço para lojas, café e sanitários. Exposições temporárias, um auditório de 80 lugares, em forma de esfera e o setor administrativo comporão os 1.405 m² do bloco 1. E o bloco 2, de 1.232 m², abrigará o acervo de Pelé propriamente dito. (29/5/2008)
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