Iguape mistura três tipos de turismo
Adriana Salles Gomes e Fernando Moreira Leal
Muita mata atlântica preservada, a incrível mistura de rios e mar que forma a bacia do Lagamar e um rico patrimônio histórico (herdado dos ciclos econômicos do ouro, do arroz e da navegação, vividos pela cidade). Essas três características tornam Iguape uma das jóias do turismo brasileiro. Nossa proposta é que o internauta passe um fim de semana na cidade, a 209 km da capital, para ver se não temos razão. Como dois dias não são suficientes para todos os programas possíveis, propomos dedicar um dia num passeio a pé pelo centro histórico (de cerca de três horas) e o outro a passeios de barco (cerca de três horas cada).
O centro histórico é formado por 64 prédios em estilo colonial português, entre os quais a bela Basílica do Senhor Bom Jesus de Iguape. Entre os passeios de barco estão os dos rios Ribeira de Iguape e Suamirim, feitos em botes de alumínio. Nos trajetos vêem-se a fauna –principalmente aves marinhas– e o mangue.
ASSOCIAÇÃO DOS MONITORES AMBIENTAIS DE IGUAPE (AMAI): tel. 0/xx/13/3841-1145 (centro) e 3849-1601 (barcos). Preços: R$ 5 por pessoa (centro) e a partir de R$ 10 por pessoa (barco). Informações sobre hospedagem: tel. 0/xx/13/3841-3009.
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